segunda-feira, 23 de maio de 2011

INDAIATUBA

1ª etapa - Copa São Paulo de Motocross - Indaiatuba - SP

"Casa" da Honda foi o palco da abertura com recorde de 360 inscrições
Redação MotoX.com.br - Texto e Fotos: Ronaldo Sampaio


Largada MX2 Intermediária


Djalminha Brito
O anúncio da Honda como principal patrocinadora da Copa São Paulo de Motocross, coroa um trabalho sério que vem sendo realizado pela Extreme Racing ao longo dos anos. Os benefícios desta parceria, aliados ao co-patrocínio do Banco Pan Americano e apoio de grandes marcas, refletiram nitidamente já na prova de abertura, realizada em Indaiatuba nos dias 24 e 25 de abril, no CET Honda, uma das mais importantes sedes da modalidade no país, palco de importantes provas nacionais e internacionais.

É difícil traduzir em poucas palavras a evolução do evento mas, para resumir, podemos dizer que foi um “sucesso total, absoluto e recordista”! Foram 360 inscrições, com categorias contando com mais de 60 participantes disputando vagas para a final. A estrutura cresceu, ganhou cronometragem eletrônica, realizada pela Chiptiming e premiação em dinheiro para as principais categorias, além é claro de muitos outros prêmios distribuídos nas demais categorias. A presença de pilotos de equipes satélites Honda, garantiu o alto nível nas principais provas, com os principais destaques ficando por conta dos pilotos da casa. A Copa São Paulo foi também o palco escolhido por Valmir Polaco para retornar às competições, após mais de um ano afastado.


Gustavo Pessoa


Netinho Araújo
As primeiras baterias do dia foram a 65cc e 85cc. Djalminha Brito brilhou na prova de abertura, largou bem, assumiu a ponta e seguiu na liderança da65cc sem ser ameaçado, até receber a bandeirada quadriculada. A segunda posição foi conquistada por Carlinhos Evangelista, que foi pressionado por Frederico Spagnol no início da prova, mas uma queda o deixou para trás e Carlinhos se isolou na segunda posição.

Mais atrás Renato Paz e Mateus Mendonça disputaram a terceira posição, uma queda na segunda parte da bateria deixou Renato para trás e assim Mateus confirmou a terceira colocação. Atrás de Renato, na quinta colocação, chegou Victor Gonçalves.

Com uma bela largada, Gustavo Marcolin assumiu a liderança da 85cc, mas ainda na primeira volta Gustavo Pessoa superou seu adversário e com uma tocada forte se isolou na liderança até vencer com tranquilidade. Marcolin ainda perdeu posições para Patrick Abreu e Wilgner Francisco que caiu durante a prova, mas mesmo assim continuou rápido, e na última volta tomou a segunda posição de Patrick. Stefany Serrão completou o pódio.

Depois das categorias mirins, a organização deu um trato na pista para receber as máquinas de maior potência. Foram mais oito provas que largaram uma atrás da outra, muitas com gate lotado e a cada volta a pista ficava mais e mais difícil, cavas e buracos para todo lado, um obstáculo a mais para testar a perícia e resistência dos competidores.


Marco Mugão


Cristiano Lopes
MX 4 Tempos foi a primeira entre as categorias maiores, muita disputa e trocas de posições definiram o pódio. André Stocovich largou bem, garantiu o holeshot e liderou as primeiras voltas. Atrás dele, uma legião de feras puxava o ritmo,

Thiago Piolli liderava o pelotão que tentava superar André, mas uma queda na segunda volta o tirou da briga. Em seu lugar, Carlo Mônaco partiu pra cima do líder, que não conseguiu resistir por muito tempo e algumas voltas depois, André cedeu também a vice-liderança, agora para Netinho Araújo, que estava acelerando muito. A disputa continuou forte e André não tinha sossego, agora Gabriel Zenni estava buscando passagem, mas desta vez vendeu caro a posição e apenas nas últimas voltas Gabriel conseguiu realizar a ultrapassagem.

Carlo tinha uma boa vantagem quando um pneu furado o tirou da disputa e Netinho passou a liderar a prova definitivamente. Piolli retornou à prova lá atrás, e depois de uma incrível recuperação, o piloto comemorou a terceira colocação. Após a bandeirada, o pódio foi formado por Netinho Araújo, Gabriel Zenni, Thiago Piolli, André Stocovich e Gabriel Marques.


João Paulo Fuentes


Murilo Tomazelli
Na sequência, a MX30 manteve o nível de adrenalina nas alturas. Ney Marcolin largou bem, mas ficou para trás ainda na primeira volta. Na ponta Cristiano Lopes - atual campeão brasileiro da categoria - começou a abrir rapidamente dos demais competidores, Ariel Silva era o segundo colocado, porém Pedrinho Lopes vinha forte e assumiu a vice-liderança.

Os dois primeiros se isolaram, garantindo o resultado já nas primeiras voltas, enquanto mais atrás, as disputas continuaram acirradas, Ariel tinha Renato Hanser e Márcio Joanita colados nele, os três davam tudo o que tinham e depois de muita insistência Joanita levou a melhor ficando com a terceira posição. Ariel manteve a quarta colocação e Hanser foi o quinto colocado.

A experiência dos pilotos da MX40 foi posta a prova na bateria seguinte. Marco Mugão superou Wellington Valadares no início da bateria e definiu as duas primeiras posições. Mais atrás, Fernando Longuim venceu uma disputa com Eduardo Tanimoto e Rinaldo Spagnol, para conquistar a terceira colocação, que chegou a ser ocupada por Spagnol, mas uma queda tirou-lhe a possibilidade de pódio. Tanimoto foi o quarto colocado e João Carlos Nunes o quinto.


Hector Assunção


Veja também: Galeria de Imagens da Prova com 590 Fotos!
Na prova da 230F, Gabriel Montagner pulou na frente e foi superado ainda na primeira volta por Murilo Bertate e Murilo Tomazelli, que estavam muito rápidos. Tomazelli aproveitou a adrenalina da largada e deu o bote em Bertate, com uma linda ultrapassagem assumindo a liderança definitivamente, já na primeira volta, enquanto Gabriel abandona depois de uma queda, deixando a terceira posição para Paulino Mergulhão. Voltando de longas férias, Valmir Polaco alinhou com uma CRF 230cc original e depois de largar em posições intermediárias, terminou a prova no quarto degrau do pódio, à frente de Sandro de Camargo.

Na prova da MX2 Intermediária mais gate lotado e Marcinho Pinheiro sobrou na largada garantindo o holeshot. Logo atrás, o jovem João Paulo Fuentes, melhor tempo das classificatórias, imprimia um forte ritmo, superando o líder e garantindo a vitória. Marcinho ocupou a segunda posição praticamente a prova toda, enquanto Nelson Moraes fazia uma prova espetacular e ocupava a terceira posição, quando foi atrapalhado por um retardatário, caindo e abandonando a prova. No lugar de Nelson, Tiago Risso e Dante Parra disputavam e encostavam em Marcinho. Os três brigaram por posições, e Dante levou a melhor no finalzinho, garantindo a segunda posição. Marcinho foi o terceiro, Tiago o quarto e Kaique Tech o quinto colocado.


Claudiney Roma


Roosevelt Assunção
A expectativa aumentou instantes antes da largada da MX2, no gate nomes como Lucas Moraes, Roosevelt e Hector Assunção, eram garantia de espetáculo. Ao cair o gate, a previsão da maioria se concretizou, os três pilotos, que têm o suporte da Honda, assumiram as primeiras posições protagonizando uma bela disputa doméstica. Lucas Moraes começou a prova na ponta, mas depois das primeiras voltas, Hector foi superior assumindo a liderança, abrindo uma confortável vantagem enquanto Lucas era atacado por Roosevelt.

Hector venceu e Lucas segurou a segunda posição até o final da prova. Marcos de Moraes, bem mais atrás, foi o quarto colocado. O estranho no ninho, ou melhor, no pódio, foi Caio Lopes Fernandes, o jovem piloto mostrou garra e muita velocidade, depois de brigar com pilotos como Gabriel Marques e Netinho Araújo, garantiu o quinto posto, comemorando muito a conquista.

Na MX 2 Tempos, Claudiney Roma tirou a liderança de Bruno Santos nos instantes iniciais da bateria e depois disto não teve mais adversários. As primeiras posições foram definidas rapidamente, Bruno ficou com a segunda posição, Alexandre Griebeler foi o terceiro, Ranulfo Barriga o quarto e Jair Gano o quinto colocado.

A prova de encerramento juntou novamente os pilotos Honda, que voltaram a dominar a pista naMX Open. Desta vez Roosevelt foi mais rápido desde o início e mesmo tomando um “calor” de seu irmão mais novo durante a prova, não perdeu o foco, vencendo uma das provas mais fortes do dia. Lucas Moraes esteve entre os irmãos na primeira metade da bateria, mas ficou com a terceira posição, depois de ser superado por Hector na metade da prova. Rafael Zenni e Marcos de Moraes completaram o pódio.

A Copa São Paulo de Motocross, tem o patrocínio da Honda, co-patrocínio do Banco Pan Americano e apoio de IMS, General Motos, ASW, A.F. Frigeri, Alemão Pneus, Dablio, América Sports, MRP Racing, Stocovich Design, Paty Tendas, FX Pro, MotoX e Cross Racing.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

SuperMoto

Quase tudo acertado a parceria entre o piloto #968 Emerson Zirruga, para a cobertura na etapa 2011 de SuperMoto, corrida está que o ocorrerá no dia 29/05/2011 onde mais uma vez prestigiamos bons pilotos e ainda pessoas de nossa cidade. E uma informação de bastidores, além da moto estar ficando muito bonita, está toda modernizada, além de um grafismos todo novo, vem com um motorzão, que promete fortes emoções, muito sorte desde já.



Uma boa semana a todos, e logo logo vem mais parcerias e projetos, para todos de Frutal e região.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Aniversário

Ao nosso amigo Luis Carlos de Barros (Bita), os nossos votos de Muitas Felicidades e muito sucesso!
Paz, Amor, e muita Adrenalina.



quinta-feira, 12 de maio de 2011

AMA SX: Villopoto é o campeão de 2011


10 de Maio de 2011
AMA SX: Villopoto é o campeão de 2011
  Ver galeria de fotos
 
Ryan Villopoto, da Kawasaki, garantiu o seu primeiro título do AMA Supercross, com um terceiro lugar na última prova da temporada 2011, no Sam Boyd Stadium, em Las Vegas.
A largada foi extremamente disputada, pois o título ainda estava em jogo. Mike Alessi , da KTM, se deu melhor e saiu na frente, seguido de perto por James “Buba” Stewart, da Yamaha, e Villototo, já em posição de campeão.
De tanto pressionar, Stewart conseguiu assumir a liderança, mas um tombo que envolveu outros pilotos o tirou do pelotão de frente. Villopoto passou por toda a confusão sem sofrer nada.
Os novos líderes da prova passaram a ser Villopoto, Chad Reed, da Honda, e Ryan Dungey, da Suzuki.
A pressão que Reed começou a exercer sobre Villopoto deu resultado e logo ele assumiu a liderança. O piloto da Kawasaki estava preocupado em administrar a corrida para levar o campeonato e acabou perdendo a segunda posição para Dungey.
Reed levou a vitória na etapa de Las Vegas, mas toda a festa no Sam Boyd stadium era toda para o novo campeão, Villopoto. Com o terceiro lugar, o piloto da Kawasaki, garantiu o título com uma diferença de 4 pontos para Reed, o segundo na classificação geral.
Dungey ficou em segundo lugar na prova e acabou em terceiro lugar na classificação geral com uma diferença de 10 pontos para o campeão.
Stewart, apesar da queda, fez uma corrida de recuperação e terminou em 15º e continuou em quarto lugar no campeonato. O piloto da Honda, Trey Canard, ficou em quinto lugar na classificação geral.
A rodada final da Lites Series  (Liga Leste e Oeste) em Las Vegas, apresentou uma das maiores disputas de todos os tempos.
Durante as 15 voltas da Lites (Liga Leste), o piloto Blake Bagget, da Kawasaki, administrou a prova sobre Ryan Sipes, da Yamaha, para vencer a corrida. Justin Barcia, da Honda, ficou em terceiro, posição que lhe garantiu o campeonato.
Já na Lites (Liga Oest) Ken Roczen, da KTM, largou literalmente para a vitória. Broc Tickle, da Kawasaki, e Kyle Cunningham, da Yamaha, completaram o pódio na última etapa. O quarto lugar de Eli Tomac, da Honda, acabou sendo o campeão, seis pontos à frente de Tickle.
Resultados Supercross1) Chad Reed (EUA/Honda), 20 voltas
2) Ryan Dungey (EUA/Suzuki), +1s351
3) Ryan Villopoto (EUA/Kawasaki), +35s302
4) Chris Blose (EUA/Kawasaki), +48s142
5) Andrew Short (EUA/KTM 350), +51s374
6) Jake Weimer (EUA/Kawasaki), +52s939
7) Austin Stroupe (EUA/Yamaha), +55s504
8) Nicholas Wey (EUA/Yamaha), +56s597
9) Kyle Regal (EUA/Yamaha), 19 voltas
10) Tye Simmonds (EUA/KTM), +6s211
Classificação geral1) Ryan Villopoto, 338 pontos
2) Chad Reed, 334
3) Ryan Dungey, 328
4) James Stewart, 301
5) Trey Canard, 255
6) Andrew Short, 230
7) Kevin Windham, 207
8) David Millsaps, 180
9) Justin Brayton, 155
10) Nicholas Wey, 152
Resultados Supercross Lites (Liga Leste)1) Blake Baggett (EUA/Kawasaki), 15 voltas
2) Ryan Sipes (EUA/Yamaha), +0s538
3) Justin Barcia (EUA/Honda), +12s754
4) Dean Wilson (EUA/Kawasaki), +15s375
5) Malcolm Stewart (EUA/Suzuki), +33s793
Classificação geral1)Justin Barcia, 205 pontos
2) Dean Wilson, 183
3) Ryan Sipes, 163
4) Blake Baggett, 159
5) Blake Wharton, 125
Resultados Supercross Lites (Liga Oeste)1) Ken Roczen (ALE/KTM), 15 voltas
2) Broc Tickle (EUA/Kawasaki), +12s126
3) Kyle Cunningham (EUA/Yamaha), +12s645
4) Eli Tomac (EUA/Honda), +13s475
5) Cole Seely (EUA/Honda), +15s560
Classificação geral1) Broc Tickle, 187 pontos
2) Eli Tomac, 181
3) Joshua Hansen, 162
4) Cole Seely, 147
5) Ryan Morais, 138


Fonte:
Equipe MOTO.com.br

Balbi Júnior mantém liderança na Superliga Brasil de Motocross

Piloto mineiro conquistou bons resultados na segunda etapa da competição, mantendo-se a frente na classificação da categoria MX Pró
Disputas acirradas e muita emoção na segunda etapa da Superliga Brasil de Motocross, realizada neste fim de semana, dias 30 de abril e 1° de maio, em Paulínia (SP). Antônio Jorge Balbi Júnior foi um dos destaques do evento, mantendo a liderança da categoria MX Pró para a Pro Tork 2B Kawasaki Racing.
Após uma largada ruim na primeira bateria, o piloto buscou a recuperação e pouco tempo depois já ultrapassava o terceiro colocado, João Marronzinho Júnior. Balbi partiu para cima de Roberto Castro, mas caiu ao ser atrapalhado por um retardatário, perdendo sua posição. Mais uma vez, o mineiro deixou Marronzinho para trás, terminando a prova em terceiro.
Na corrida seguinte, Balbi largou bem e logo assumiu a ponta após um erro de Leandro Silva. O mau tempo marcou a bateria, com muita chuva e lama, a prova teve que ser interrompida, faltando cerca de cinco minutos para o seu fim. Balbi soube administrar a posição e conquistou sua segunda vitória na competição, garantindo o primeiro lugar na classificação.
“Não fui tão bem quanto gostaria na primeira bateria, cometi erros e, como a duração é curta, não tive tempo para me recuperar. Já na segunda, estava determinado e consegui me sair bem. A Superliga não tem favoritos e acredito que a briga vai ser boa até o fim da temporada. As vezes nem tudo sai como a gente quer, mas o importante é somar pontos pensando no campeonato”, explicou.

Pro Tork garante outros bons resultados

A Pro Tork 2B Kawasaki Racing ainda foi a mais rápida na categoria MX4, com o catarinense Milton “Chumbinho” Becker. O piloto disparou na frente e venceu a corrida com tranqüilidade, mantendo-se invicto. “Comecei o ano muito bem, estou fazendo um ótimo trabalho com a equipe e os resultados estão aparecendo. Espero conquistar o título”, afirmou.
Já na MX3, Davis Guimarães garantiu a segunda posição. O paranaense travou uma bela disputa com Massoud Nassar, tentou a ultrapassagem algumas vezes, mas não obteve êxito. “Larguei na frente, porém, cometi algumas falhas. Acabei perdendo para mim, mas o Massoud também andou muito bem. Ficamos empatados em número de pontos na liderança da classificação”, explicou.
Os pilotos se preparam agora para a segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, que será realizada neste fim de semana, dias 7 e 8 de maio, em Carlos Barbosa (RS). A próxima etapa da Superliga está marcada para os dias 4 e 5 de junho, em Chapecó (SC).

Confira os resultados da etapa:

MX Pró (baterias somadas)
1) Leandro Silva
2) Antonio Jorge Balbi Jr. (Pro Tork 2B Kawasaki Racing)
3) Roberto Castro
4) Paulino Marronzinho
5) João Feltz

MX4
1) Milton Becker (Pro Tork 2B Kawasaki Racing)
2) Leopoldo Cherobi
3) Ricardo Kaphê Sebbe
4) Alessandro Dias
5) Dário Jr.

MX3
1) Massoud Nassar
2) Davis Guimarães (Pro Tork 2B Kawasaki Racing)
3) Nielsen Bueno
4) Cristiano Lopes
5) Erivelto Nicoladeli 

Tanabi promete fortes emoções neste final de semana!


Nos dias 14 e 15 de maio, a cidade de Tanabi-SP, será o palco da 2ª etapa da COPA SP MINAS de
Motocross 2011. Como será a primeira vez que a competição aporta na cidade, os organizadores
prometem  um grande evento para receber os melhores
pilotos regionais.

Confira abaixo algumas informações da corrida:



2ª etapa "COPA SP MINAS" de Motocross - TANABI-SP

7 Motocross de Tanabi

Dias: 14 e 15 de Maio
Infra estrutura: BOX , Praça de Alimentação, Banheiros no local do Evento.

Categorias:
MX3-Senior 35/ Infantil/ Junior (Até 15 anos)/ MXN-INICIANTES/

MXN-A (Força livre nacional)/MXN-B (4t Nacional 250 e acima)/

MXN-C 230CC (Até 230cc)/ MX-Gold (Força Livre Importada)
MX2 / MX Intermediaria/

Sábado: Treino: 14:00hs às 17:00hs
Domingo: Treino: 9:00hs às 11:00hs - Largada: 12:30hs
Inscrição: R$ 50,00 para uma categoria, R$ 30,00 para a segunda

e R$20,00 para as demais (Mesmo Piloto).
Troféu do 1º ao 10º em todas as categorias.


CONTATOS: (17)9702.8373 Ailton (17) 3033.5278/9136.9747

/9602.8332 Fabio/(17) 9109.3139 Rosemar/(17) 9160.5573 Tiago
Organização: CROSSNAVEIA PROMOÇÕES E EVENTOS



Realização: Rosemar e Tiago (Auto Giro Motos)
Apoio: Secretaria de Esportes de Tanabi e Turismo



Co Apoio: Associação Esporte Motorizados (FPM) / InterArt /

MRP Racing / Quicks / Planeta Motos / RW Retifica de Motores /
W-Tech / Control Graphics /
MAIORES INFORMAÇÕES PELO SITE www.crossnaveia.com.br





quinta-feira, 5 de maio de 2011

Preparação Física

Hidratação x desempenho na corrida

Guia MotoX de Preparação FísicaRedação MotoX.com.br - Por Roberto Cesar de Oliveira e Isabela Guerra* - Fotos: Maurício Arruda



Muitos pilotos do Mundial de Motocross utilizam um sistema que permite a ingestão de liquidos durante a prova

Hidratação x desempenho na corrida



Baterias duram cerca de 40 minutos, período em que devem ser ingeridos 300 ml 

Todos sabemos da grande importância de uma boa hidratação nos períodos de treinamento, bem como nos dias de corrida. Complementando a nossa coluna de preparação física no motocross, solicitei à nutricionista que trabalha conosco, dra. Isabela Guerra, para responder as principais questões que dizem respeito ao motocross de forma resumida e atualizada.

1- A que se deve o aumento da temperatura corporal dos pilotos durante a corrida?
O aumento da temperatura corporal durante a corrida se deve ao ganho de calor através do ambiente, do tipo de vestimenta utilizada e da produção de calor do organismo. Portanto, as condições climáticas e o exercício em si irão afetar tanto o balanço hídrico quanto o de eletrólitos, que deverão ser restabelecidos após o término da corrida. A desidratação causada pelo exercício (competição) está associada ao aumento da temperatura interna, redução da função cardiovascular e comprometimento do desempenho do piloto. 




2- Quais conseqüências o piloto desidratado pode ter durante as corridas?
Durante o exercício (treino ou competição) é preciso evitar a desidratação consumindo uma quantidade de líquidos. Isto normalmente é um problema já que a sede não é um bom indicador das necessidades hídricas. Geralmente, quando estamos com sede é porque nosso organismo já está com um déficit de líquidos de 2% do peso corporal. Com a perda de 5% do peso corporal através do suor, o desempenho diminui em cerca de 30% . Se a desidratação persistir com perda de água superior a 7% , teremos possíveis câimbras, queda no desempenho atlético, risco de colapso circulatório e em casos extremos a hipertermia podendo levar ao choque térmico e morte.


Clement Desalle, líder do Mundial MX1, é um dos atletas que repõe líquidos durante as corridas
3- Como deveria ser a hidratação do piloto em dias de treinamento e no dia da corrida?
Os pilotos devem iniciar os treinos bem hidratados e, para tal, é indicado que se consuma uma quantidade maior de líquidos dias antes da competição. A recomendação do American College of Sports Medicine e da National Athletic Trainers’ Association é ingerir de 400 a 600 ml de líquidos entre duas a três horas antes do exercício. Na refeição que antecede à competição é recomendado que o atleta ingira pelo menos de 300 a 600 ml de líquidos. Deste modo, o piloto iniciará a corrida bem hidratado e terá tempo suficiente para eliminar o excesso de líquidos através da urina antes do início da competição.
Durante os treinos, as bebidas ingeridas neste período devem conter carboidrato e alguns eletrólitos como o sódio e o potássio. A inclusão de carboidrato na bebida a ser consumida é importante, já que este nutriente irá fornecer substrato para os músculos que estão se exercitando. É recomendado que a bebida a ser consumida durante o exercício tenha uma concentração de carboidrato entre 6 a 8%. A recomendação de ingestão de líquidos durante o exercício é de 150 a 300 ml a cada 15 ou 20 minutos.

4- E após a corrida, que providências o piloto deve tomar?A reposição do volume de líquidos perdido e a restauração dos estoques de glicogênio muscular são pontos críticos no processo de recuperação após o exercício. Neste período, na maioria das vezes, o piloto não consome líquidos em quantidades suficientes para repor o que ele perdeu durante a prova. O ideal é que ocorra uma reposição de 150% do volume perdido durante o exercício, já que após o término do mesmo, as perdas através do suor e da urina continuam. Ou seja, para cada quilo perdido durante o exercício o atleta deve ingerir 1500 ml de líquidos. O piloto deve consumir uma bebida que contenha carboidrato para repor os estoques de glicogênio muscular, sódio e não contenha nem álcool nem cafeína (cuidado com os “energéticos”) que são substâncias diuréticas.

Contudo, há necessidade de avaliar e realizar um planejamento pré e pós-competições, a fim de organizar a ingestão adequada aos horários de treino, de corrida e de descanso, tanto quanto a alimentação.

O treinamento físico de um grande piloto envolve a observação de detalhes da condição orgânica do individuo nas diversas situações que em conjunto com seu talento técnico, o diferenciará dos demais.

Bom treino!

Consulte o site site MX Training para obter mais dicas.

*Isabela Guerra
Nutricionista do Esporte
Mestre e Doutora em Nutrição Esportiva pela Universidade de São Paulo
isabelaguerra@uol.com.br


*Roberto Cesar de Oliveira
Professor de Educação Física e Fisiologista do Exercício.
Mestre pela UNIFESP- Universidade Federal de São Paulo.
Pós-Graduado em Treinamento Desportivo pela UNICAMP.
Pós-Graduado em Fisiologia do Exercício pela UNIFESP.
Autor do Livro: "Personal Training - uma abordagem metodológica".
Contato: performa@uol.com.br